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- 2026-05-07 “Arquivo de Distrital de Coimbra — Rua Miguel Lupi 12 - 1ºdrt.
1200-725 Lisboa
Contacto Sede: 213 961 244 – das 10h00-13h00 e 14h30-19h00
Email Geral: [email protected]
Responsável pelo tratamento de dados: [email protected].
Finalidade do tratamento: inscrição e gestão da condição de futuro militante no chega, em observância do art.º 9.º, n.º 2, al. D), do regulamento geral sobre a proteção de dados (RGPD). Os dados pessoais do futuro militante são objecto de processamento informático e de utilização no âmbito das actividades das estruturas internas e autónomas e diferentes candidaturas eleitorais internas de futuros militantes recebidas, nos termos que vierem a ser definidos dos estatutos e dos regulamentos eleitorais do chega, com a garantia de não serem divulgados a outras entidades para outras actividades que não se enquadrem no âmbito da declaração de princípios e das actividades do chega. Caso se venha a equacionar a cedência de dados a terceiros para uma finalidade legítima, tal carecerá sempre da obtenção prévia do consentimento do futuro militante.
Prazo de conservação: os seus dados serão conservados enquanto perdurar a constituição do partido e, posteriormente, a condição de militante e, caso se aplique alguma norma estatutária ou regulamentar que implique a conservação dos dados para lá desse momento, nomeadamente de ordem disciplinar, até ao final do prazo estatutariamente ou em regulamento previsto para a efectivação dessa norma.
Direitos dos titulares: o titular dos dados pode exercer os seus direitos de acesso, rectificação, oposição, apagamento ou limitação dos seus dados pessoais, nos termos do RGPD, devendo, para o efeito, remeter o seu pedido, por escrito, para [email protected].
Direito de queixa: caso assim o entenda, o titular dos dados tem o direito de apresentar queixa junto da comissão nacional de protecção de dados.
Encarregado de protecção de dados: em cumprimento do RGPD, o encarregado da proteção de dados pode ser contactado através do endereço eletrónico [email protected].
Quer vir à manifestação, mas precisa de boleia até Lisboa? Teremos autocarros a sair de vários pontos do país. Contacte o Presidente da sua Distrital ou entre em contacto com a sede nacional do partido (213 961 244)
* As montagens da Comunicação Social arrancam no sábado (8 de junho), a partir das 15h00, na sala Manhattan;
* A nossa equipa, liderada pelo Ricardo Pinheiro, começa com as montagens no domingo, pelas 8h00;
* Carrinhas da Comunicação Social poderão ser estacionadas no parque que tem a cancela, à frente do Hotel Marriott, a partir das 15h00 de sábado;
* As portas abrem, pelas 18h00, no dia 9 de junho.
ELEITOS POR VISEU
JOÃO TILLY
BERNARDO PESSANHA
ELEITOS POR VILA REAL
MANUELA TENDER
ELEITOS POR VIANA DO CASTELO
EDUARDO TEIXEIRA
ELEITOS POR SETÚBAL
RITA MATIAS
PATRÍCIA DE CARVALHO
NUNO GABRIEL
DANIEL TEIXEIRA
ELEITOS POR SANTARÉM
PEDRO DOS SANTOS FRAZÃO
PEDRO CORREIA
LUÍSA MACEDO
ELEITOS PELO PORTO
RUI AFONSO
DIOGO PACHECO DE AMORIM
CRISTINA RODRIGUES
JOSÉ DE CARVALHO
MARCUS SANTOS
SÓNIA MONTEIRO
RAUL MELO
ELEITOS POR PORTALEGRE
HENRIQUE DE FREITAS
ELEITOS PELA MADEIRA
FRANCISCO GOMES
ELEITOS POR LEIRIA
GABRIEL MITHÁ RIBEIRO
LUÍS PAULO FERNANDES
ELEITOS PELA GUARDA
NUNO SIMÕES DE MELO
ELEITOS POR FORA DA EUROPA
MANUEL MAGNO ALVES
ELEITOS POR FARO
PEDRO PINTO
JOÃO GRAÇA
SANDRA RIBEIRO
ELEITOS POR ÉVORA
RUI CRISTINA
ELEITOS PELA EUROPA
JOSÉ DIAS FERNANDES
ELEITOS POR COIMBRA
ANTÓNIO PINTO PEREIRA
ELISEU NEVES
ELEITOS POR CASTELO BRANCO
JOÃO RIBEIRO
ELEITOS POR BRAGANÇA
JOSÉ PIRES
ELEITOS POR BRAGA
FILIPE MELO
RODRIGO TAXA
VANESSA BARATA
CARLOS BARBOSA
ELEITOS POR BEJA
DIVA RIBEIRO
ELEITOS POR AVEIRO
JORGE GALVEIAS
MARIA JOSÉ AGUIAR
ARMANDO GRAVE
ELEITOS PELOS AÇORES
ELEITOS POR LISBOA
ANDRÉ VENTURA
RUI PAULO SOUSA
MARTA SILVA
PEDRO PESSANHA
RICARDO DIAS PINTO
FELICIDADE ALCÂNTARA
BRUNO NUNES
MADALENA CORDEIRO
JOSÉ BARREIRA SOARES
Noite Eleitoral - Hotel Marriot (Sala Mediterrâneo)
A abertura ao público ocorrerá às 18h00 no dia 10 de Março.”
- 2026-03-21 “Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital comemora 104 anos de existência — Vimos por este meio congratular a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital, pelos 104 anos de existência. Não poderíamos deixar de felicitar, todas e todos que se têm colocado à disposição do bem comum que é dar a Vida por outra Vida.
Como cidadãos portugueses e não só, estamos e estaremos sempre gratos, a quantos se predispõem a nos ajudar e salvar, quer de forma voluntária, quer de forma profissional. A vida é efémera, mas a solidariedade e auxílio ao próximo é eterna, quer no tempo quer no espaço.
Todos sabemos, que atualmente as Associações de Bombeiros vivem momentos realmente aflitivos, quer por opções políticas, quer sobretudo pela falta de verbas para poderem ter uma maior capacidade de intervenção, a qual vai desde o combate a incêndios à emergência pré-hospitalar, sendo agentes de proteção civil ao serviço da população, exercendo a sua profissão 12 meses por ano, 24 horas por dia.
É notório que o reconhecimento da profissão de bombeiro como profissão de desgaste rápido e o reconhecimento de que as suas funções são desempenhadas em situação de risco, é urgente.
Não nos podemos esquecer, que quer como políticos, quer como simples cidadãos, é aos Bombeiros que nós recorremos em todas as circunstâncias mais adversas.
Gostaria, em meu nome pessoal e em nome de toda a Distrital de Coimbra, de congratular a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital, na pessoa do seu Presidente Arménio Alberto Tavares da Silva, extensível a todos os Órgãos Sociais, ao Comandante em exercício e a todas e todos que integram o Corpo de Bombeiros no ativo. Não poderia deixar de salientar também, que mesmo os que já não fazem parte do efetivo ou os que já não estão entre nós fisicamente, também elas e eles fazem parte desta felicitação e são pedras basilares desta instituição.
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra)”
- 2026-03-21 “Reunião da Concelhia do Partido CHEGA de Coimbra, Reafirma a Voz dos Conimbricenses — Hoje, 21 de março de 2026, pelas 16h, realizou-se a Reunião da Concelhia de Coimbra do Partido CHEGA.
Num ambiente de diálogo aberto e determinado, os militantes e a estrutura concelhia, avaliaram o intenso trabalho político desenvolvido e o desempenho autárquico ao longo do mandato.
Foram debatidos os desafios reais do Concelho de Coimbra, os resultados eleitorais conquistados, e as prioridades estratégicas para os próximos tempos.
A reunião reafirmou o compromisso sólido da Concelhia de Coimbra do Partido CHEGA com os Conimbricenses: de continuar a dar voz a quem não tem, combater a injustiça sem medo e construir, dia após dia, uma cidade mais justa, segura e próspera.”
- 2026-03-21 “Reunião da Concelhia do Partido CHEGA de Penacova, analisa o mandato e aponta o caminho — Hoje, 21 de março de 2026, pelas 21h30, realizou-se a Reunião da Concelhia de Penacova do Partido CHEGA, em formato online.
Num ambiente de enorme foco e determinação, os presentes fizeram um balanço rigoroso do trabalho político concelhio ao longo do mandato. Foram debatidas as ações concretas realizadas, os resultados obtidos e os obstáculos enfrentados na defesa intransigente dos interesses dos penacovenses.
O debate autárquico tem sido igualmente intenso. O contacto permanente com a população, as propostas apresentadas na Assembleia Municipal e a oposição firme às políticas que prejudicam Penacova, tem sido o principal foco político.
A reunião reforçou o compromisso claro e firme, de continuar a lutar, sem medo nem cedências, por um concelho menos interiorizado e mais próspero para todos.”
- 2026-03-20 “Reunião da Concelhia CHEGA de Condeixa-a-Nova: Balanço Exigente e União Total — Hoje, 20 de março de 2026, pelas 21h30, a Concelhia do Partido CHEGA de Condeixa-a-Nova realizou uma reunião de trabalho intensa e decidida.
Os militantes presentes, fizeram um balanço exigente e transparente do percurso político concelhio e do trabalho autárquico desenvolvido ao longo do mandato: ações concretas, propostas apresentadas e resultados políticos alcançados em defesa dos Condeixenses.
Num ambiente de grande união e sentido de missão, reafirmaram a determinação em continuar a lutar por uma Condeixa-a-Nova mais justa, desenvolvida e fiel às suas raízes.
A Concelhia do Partido CHEGA de Condeixa-a-Nova, com os resultados eleitorais que tem alcançado, demonstra que, cada vez está mais próxima das pessoas e totalmente preparada para os desafios que aí vêm.”
- 2026-03-20 “É Hora de Baixar os Impostos sobre os Combustíveis — A Distrital de Coimbra do Partido CHEGA, manifesta a sua profunda preocupação face à escalada sucessiva dos preços dos combustíveis, que está a colocar em risco a sustentabilidade financeira das famílias portuguesas.
Em pleno 2026, com os preços dos combustíveis a dispararem devido às tensões no Médio Oriente, as famílias portuguesas são esmagadas por uma carga fiscal insustentável. O gasóleo e a gasolina não param de subir e o Estado, em vez de aliviar, continua a cobrar IVA sobre o aumento, engordando os cofres públicos à custa do sofrimento de quem trabalha. O Partido CHEGA diz: chega de abuso! Exigimos a descida imediata dos impostos sobre os combustíveis.
Enquanto o Governo português faz reduções mínimas e temporárias no ISP (apenas 1,4 cêntimos no gasóleo), em Espanha o executivo anuncia a redução do IVA dos combustíveis de 21% para 10%. Uma medida corajosa que devolve poder de compra aos cidadãos e às empresas. Porque é que Portugal, com salários médios muito mais baixos, não faz o mesmo? A resposta é simples: a prioridade do Estado, não é o povo.
As famílias portuguesas vivem com ordenados miseráveis, incapazes de aguentar mais este "imposto sobre o imposto". Cada cêntimo a mais no litro de combustível é um roubo direto ao orçamento familiar: menos comida na mesa, menos aquecimento no inverno, menos mobilidade para trabalhar. As petrolíferas enchem os bolsos em cada crise, o Estado recolhe o IVA extra e o contribuinte paga a fatura. Isto não é gestão, é açambarcamento fiscal.
O Partido CHEGA, pela voz do Dr. André Ventura, já exigiu o regresso do desconto extraordinário no ISP (como em 2022) e a devolução integral da receita adicional de IVA aos particulares e às empresas. Propôs-se também IVA zero nos bens essenciais. Não toleramos mais aumentos encapotados nem inação. Os portugueses não podem ser penalizados por crises que não criaram.
É tempo de escolher: ou o Governo baixa os impostos já, ou assume que prefere engordar o Estado a proteger as famílias. O Partido CHEGA está do lado certo: menos impostos, mais Portugal. As famílias não aguentam mais este abuso. Baixem os impostos sobre os combustíveis. Agora!
Coimbra, 20 de março de 2026
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra
E Deputado na Assembleia da República)”
- 2026-03-20 “Nota de Imprensa - SMTUC deixa de suportar a gratuitidade dos passes para alunos residentes noutros concelhos — A Distrital de Coimbra do Partido CHEGA, vem manifestar a sua mais veemente contestação à decisão unilateral dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) de deixar de suportar a gratuitidade dos passes para alunos residentes noutros concelhos do distrito que estudam na cidade de Coimbra.
Esta medida, tomada sem o devido diálogo e concertação com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM), representa um golpe duro nas famílias de milhares de jovens estudantes oriundos de concelhos periféricos, que dependem dos transportes públicos para aceder ao ensino secundário e superior na cidade de Coimbra.
Muitos destes alunos e as suas famílias, já enfrentam enormes dificuldades financeiras, agravadas pela inflação persistente e pelo custo de vida elevado. Não há, efetivamente, carteira familiar que aguente mais este encargo adicional, que pode ascender a dezenas de euros mensais por aluno.
O Partido CHEGA denuncia não apenas esta decisão dos SMTUC, que penaliza diretamente os estudantes "de fora" e ignora o carácter regional da cidade de Coimbra como polo educativo, mas sobretudo a morosidade e inação da CIM Região de Coimbra na implementação efetiva de um passe intermodal verdadeiramente inclusivo e acessível para todos os jovens do distrito.
Apesar de anúncios recentes sobre novos passes intermodais MOVE-C com algumas tarifas reduzidas (a entrar em vigor em abril de 2026), estes não resolvem o problema de fundo: a manutenção da gratuitidade ou, pelo menos, de subsídios robustos para estudantes até aos 23 anos, independentemente do concelho de residência. A transição para o sistema intermodal tem sido lenta, fragmentada e insuficiente, deixando lacunas que agora se traduzem em custos diretos para as famílias mais vulneráveis.
Exigimos:
a) Responsabilidades claras – Que os responsáveis dos SMTUC e da CIM expliquem publicamente as razões desta interrupção abrupta da gratuitidade e assumam as consequências da falta de coordenação;
b) Rapidez na resolução – A aprovação e implementação imediata de um passe intermodal 100% gratuito ou fortemente subsidiado para todos os estudantes do distrito até aos 23 anos, abrangendo SMTUC e restantes operadores regionais, sem distinção de concelho;
c) Diálogo urgente – A convocação imediata de uma reunião entre CIM, municípios, SMTUC, associações de estudantes e encarregados de educação para encontrar soluções concretas antes do próximo ano letivo.
Já chega sermos sistematicamente esquecidos pelo poder central em Lisboa, que ignora as periferias, o Centro do País e o sobretudo o interior. Não aceitamos que o poder local, que deveria defender os interesses dos cidadãos da região, venha agora penalizar ainda mais os estudantes e as suas famílias. Coimbra é de todos os conimbricenses e de todos os que estudam aqui – não pode ser um privilégio só para quem reside dentro dos limites municipais.
O Partido CHEGA estará ao lado das famílias afetadas e não descansará até que este problema seja resolvido de forma justa e célere. Chega de promessas adiadas e medidas que só agravam as desigualdades!
Coimbra, 20 de março de 2026
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra
e Deputado na Assembleia da República)”
- 2026-03-19 “Subida insustentável dos combustíveis: CHEGA exige apoio urgente aos Bombeiros Voluntários — A Distrital de Coimbra do Partido CHEGA, manifesta a sua profunda solidariedade e preocupação face à escalada sucessiva dos preços dos combustíveis, que está a colocar em risco a sustentabilidade financeira das Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários do nosso distrito e de todo o país.
Os nossos bombeiros, heróis anónimos da linha da frente, dependem diariamente de viaturas operacionais – ambulâncias, carros de combate a incêndios e meios de socorro – cujo funcionamento é diretamente afetado pelo custo do gasóleo e da gasolina. Esta realidade agrava ainda mais as dificuldades crónicas que estas instituições enfrentam, com orçamentos já de si insuficientes.
É inaceitável que o Estado continue a ignorar esta pressão financeira brutal, mantendo inalterados os valores pagos pelos serviços essenciais prestados pelos bombeiros: transporte de doentes urgentes, socorro pré-hospitalar, combate a incêndios e missões de proteção civil. Exigir cada vez mais dedicação e disponibilidade aos voluntários, sem compensar os custos reais da operação, é uma forma de desrespeito pela missão de interesse público que estes homens e mulheres cumprem com enorme sacrifício pessoal e coletivo.
O Partido CHEGA defende que os Bombeiros Voluntários merecem muito mais do que palavras bonitas e palmadinhas nas costas. Merecem respeito concreto, justiça financeira e condições dignas para continuarem a salvar vidas e a proteger as populações.
Por isso, exigimos ao Governo a atualização imediata e significativa das comparticipações e pelos serviços de emergência, de forma a refletir a inflação galopante dos combustíveis e os custos operacionais reais.
A segurança e a proteção dos portugueses não podem continuar a ser sustentadas à custa do esforço financeiro e do sacrifício dos bombeiros e das suas associações. Chega de promessas vazias: é hora de agir!
O Partido CHEGA estará sempre ao lado de quem todos os dias arrisca a vida pelos outros. Os bombeiros não estão sozinhos!
Coimbra, 19 de março de 2026
Eliseu Neves
(Vice-Presidente da Distrital de Coimbra)”
- 2026-03-19 “"Devolvam o que estão a cobrar a mais": Ventura acusa Estado de lucrar com combustíveis — O líder do CHEGA aponta máximos históricos no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e acusa o Governo de encher os cofres à custa do aumento dos preços, enquanto famílias enfrentam um cabaz alimentar em máximos históricos.
O presidente do CHEGA, André Ventura, criticou no Parlamento a carga fiscal sobre combustíveis e bens essenciais, considerando que o Estado está a beneficiar do aumento de preços num contexto marcado pelos efeitos económicos da guerra.
Durante o debate, o líder da oposição afirmou que a receita do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) atingiu níveis históricos, defendendo que o Governo deve aliviar a carga sobre os consumidores. "Neste país paga-se o combustível e os impostos: devolvam o que estão a cobrar a mais", declarou.
Fonte: Folha Nacional”
- 2026-03-17 “Ventura acusa PS de bloquear eleições para órgãos externos da Assembleia da República — O líder do CHEGA, André Ventura, acusou esta segunda-feira o PS de bloquear as eleições para os órgãos externos da Assembleia da República e de recusar que o seu partido indique um nome para o Tribunal Constitucional.
"O PS está a bloquear e é por culpa e única responsabilidade do PS aquilo que temos neste momento dos órgãos da Assembleia da República", afirmou o presidente do CHEGA numa declaração sem direito a perguntas na sede do partido, em Lisboa, depois de conhecido o pedido do PS para adiar mais uma vez as eleições para o provedor de Justiça, três juízes do Tribunal Constitucional e cinco elementos do Conselho de Estado, entre outras.
Fonte: Folha Nacional”
- 2026-03-14 “Reunião da Concelhia da Lousã - Balanço e Perspectivas para o Concelho — Hoje, 14 de março de 2026, pelas 15h00, realizou-se a Reunião da Concelhia da Lousã do Partido CHEGA.
Num debate franco, rigoroso e sem rodeios, os militantes presentes fizeram um balanço exaustivo do trabalho político concelhio ao longo do mandato.
Analisaram-se as ações concretas realizadas, os resultados eleitorais obtidos, e os impedimentos enfrentados.
O trabalho autárquico mereceu especial atenção, tendo sido avaliado o percurso do Partido CHEGA na Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesia com representação. O contacto permanente com a população e a elaboração de propostas consistentes, que visam resolver os problemas concretos dos Lousanenses, são o principal objetivo desta Concelhia.
A reunião reforçou o compromisso claro e inflexível de prosseguir sem medo nem cedências, com verdade e determinação, por uma Lousã mais justa, mais segura e mais próspera para todos.
A Lousã em primeiro lugar.”
- 2026-03-13 “Nota de Imprensa - O Crescimento Responsável do Partido CHEGA no Distrito de Coimbra: Trabalho, Dedicação e Respeito — Desde 2019, que o Partido CHEGA tem sido trabalhado e construído, no Distrito de Coimbra, num dos capítulos mais consistentes e sólidos da sua história nacional. Longe de discursos vazios ou de promessas eleitorais de ocasião, o trabalho tem sido efetuado de forma diária, metódica e transparente. Milhares de simpatizantes e militantes foram angariados, demonstrando que o partido, não se limitou apenas e só, de passar de porta em porta, mas criou raízes profundas na terra conimbricense. Com rigor e disciplina, foi garantido que nenhum Concelho e Freguesia, por mais remota que fosse, ficasse sem representação ativa. Este é o Partido CHEGA de forma organizada, presente e bastante próxima das pessoas.
Os números eleitorais falam por si e não deixam espaço para dúvidas, mesmo para um partido emergente. Para não haver qualquer tipo de dúvidas, nas Presidenciais de 2021, o Dr. André Ventura obteve 10,01% no distrito. Em 2026, esse apoio quase triplicou: 27,82%. Nas Autárquicas de 2021, elegeram-se 7 Deputados Municipais e 2 Deputados de Freguesia. Em 2025, o salto foi ainda mais significativo: 3 Vereadores, 18 Deputados Municipais e 39 Deputados de Assembleia de Freguesia. Nas Legislativas, centenas de simpatizantes e militantes, participaram em dezenas de iniciativas de campanha. Os resultados confirmam o crescimento: 6,13% em 2021, 18,07% em 2024 (com a eleição de 2 Deputados) e 22,76% em 2025 (novamente com 2 Deputados eleitos).
Tudo isto foi conseguido com dedicação total, trabalho incansável e uma divulgação clara e metódica dos princípios e fins do partido. Nunca se invadiu o espaço alheio. O respeito pela pluralidade política no quadrante conimbricense foi sempre uma marca distinta. O Partido CHEGA cresceu de forma cuidada, sem agressões gratuitas nem populismo barato. Cresceu com responsabilidade.
É precisamente este trabalho sério que incomoda quem, nos corredores diversos, só sabe criticar. Essas vozes que se levantam contra o Partido CHEGA não revelam preocupação com o distrito; revelam dores de crescimento alheio, inveja de quem nunca conseguiu mobilizar nem metade do que se mobilizou, e a frustração de quem nunca colocou no seu tempo, o esforço real à disposição dos Conimbricenses.
Aos que insistem em murmurar nos bastidores, apenas uma nota direta e clara: saiam da frente que a seguir vem gente. Deixem trabalhar quem quer trabalhar. Continuem a mudar de partido como têm feito até agora, à procura de lugares que nunca conquistaram por mérito próprio. Talvez um dia, com muito esforço e alguma humildade, cheguem a algum lado. Enquanto isso, o Partido CHEGA continuará a trilhar o seu caminho: com militantes, com coordenadores, com eleitos e, sobretudo, com o apoio crescente de um povo que já percebeu quem realmente se levanta cedo para defender Coimbra.
Coimbra, 13 de março de 2026
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra)”
- 2026-03-13 “Voto de Felicitação à Companhia de Bombeiros Sapadores de Coimbra — Companhia de Bombeiros Sapadores de Coimbra
Vimos por este meio congratular a Companhia de Bombeiros Sapadores de Coimbra, pelos 245 anos de existência. Não poderíamos deixar de felicitar, todas e todos que se têm colocado à disposição do bem comum que é dar a Vida por outra Vida.
Como cidadãos portugueses e não só, estamos e estaremos sempre gratos, a quantos se predispõem a nos ajudar e salvar, quer de forma voluntária, quer de forma profissional. A vida é efémera, mas a solidariedade e auxílio ao próximo é eterna, quer no tempo quer no espaço.
Todos sabemos, que atualmente os Bombeiros vivem momentos realmente aflitivos, quer por opções políticas, quer sobretudo pela falta de verbas para poderem ter uma maior capacidade de intervenção, a qual vai desde o combate a incêndios à emergência pré-hospitalar, sendo agentes de proteção civil ao serviço da população, exercendo a sua profissão 12 meses por ano, 24 horas por dia.
É notório que o reconhecimento da profissão de bombeiro como profissão de desgaste rápido e o reconhecimento de que as suas funções são desempenhadas em situação de risco, é urgente.
Não nos podemos esquecer, que quer como políticos, quer como simples cidadãos, é aos Bombeiros que nós recorremos em todas as circunstâncias mais adversas.
Gostaria, em meu nome pessoal e em nome de toda a Distrital de Coimbra, de congratular a Companhia de Bombeiros Sapadores de Coimbra, na pessoa do seu Comandante Paulo Palrilha, extensível a todas e todos que integram o Corpo de Bombeiros no ativo. Não poderia deixar de salientar também, que mesmo os que já não fazem parte do efetivo ou os que já não estão entre nós fisicamente, também elas e eles fazem parte desta felicitação e são pedras basilares desta instituição.
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra)”
- 2026-03-12 “Ventura acusa Governo de usar reforma laboral como "manobra de distração" — O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quarta-feira o Governo de se vitimar e o primeiro-ministro de querer desviar atenções e usar as alterações à lei laboral como "manobra de distração".
"Eu acho que o primeiro-ministro quer desviar as atenções daquilo que se passa neste momento, do que o Governo devia estar a fazer e que está a usar a reforma laboral como mera distração", afirmou.
Em declarações aos jornalistas durante uma visita à Futurália, feira de educação e formação, André Ventura foi questionado sobre as declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que fez uma comparação entre o CHEGA e a CGTP e concluiu que "os extremos tocam-se".
Fonte: Folha Nacional”
- 2026-03-11 “Voto de Felicitação à Companhia de Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz — Companhia de Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz
Vimos por este meio congratular a Companhia de Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz, pelos 161 anos de existência. Não poderíamos deixar de felicitar, todas e todos que se têm colocado à disposição do bem comum que é dar a Vida por outra Vida.
Como cidadãos portugueses e não só, estamos e estaremos sempre gratos, a quantos se predispõem a nos ajudar e salvar, quer de forma voluntária, quer de forma profissional. A vida é efémera, mas a solidariedade e auxílio ao próximo é eterna, quer no tempo quer no espaço.
Todos sabemos, que atualmente os Bombeiros vivem momentos realmente aflitivos, quer por opções políticas, quer sobretudo pela falta de verbas para poderem ter uma maior capacidade de intervenção, a qual vai desde o combate a incêndios à emergência pré-hospitalar, sendo agentes de proteção civil ao serviço da população, exercendo a sua profissão 12 meses por ano, 24 horas por dia.
É notório que o reconhecimento da profissão de bombeiro como profissão de desgaste rápido e o reconhecimento de que as suas funções são desempenhadas em situação de risco, é urgente.
Não nos podemos esquecer, que quer como políticos, quer como simples cidadãos, é aos Bombeiros que nós recorremos em todas as circunstâncias mais adversas.
Gostaria, em meu nome pessoal e em nome de toda a Distrital de Coimbra, de congratular a Companhia de Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz, na pessoa do seu Comandante Dr. Nuno Filipe da Costa Pinto, extensível a todas e todos que integram o Corpo de Bombeiros no ativo. Não poderia deixar de salientar também, que mesmo os que já não fazem parte do efetivo ou os que já não estão entre nós fisicamente, também elas e eles fazem parte desta felicitação e são pedras basilares desta instituição.
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra)”
- 2026-03-11 “NOTA de IMPRENSA - Partido CHEGA de Coimbra denuncia onda de assaltos em Cantanhede e exige respostas imediatas — A Distrital de Coimbra do Partido CHEGA manifesta profunda preocupação com a crescente onda de assaltos que tem assolado o concelho de Cantanhede nos últimos meses.
Comerciantes e empresários locais vivem hoje num clima de terror e medo constante. Muitos relatam prejuízos significativos após sucessivos furtos e atos de vandalismo, questionando mesmo se vale a pena continuar a manter as portas abertas. São negócios construídos ao longo de anos — muitas vezes de uma vida inteira de trabalho e dedicação — que estão agora a ser destruídos perante a inação e o silêncio de quem tem responsabilidades.
A realidade é clara: o sentimento de insegurança instalou-se nas ruas de Cantanhede. Famílias, comerciantes e trabalhadores sentem-se cada vez mais abandonados por um Estado que falha na sua missão essencial de garantir a segurança dos cidadãos e a proteção da propriedade.
A Distrital de Coimbra do CHEGA considera absolutamente inaceitável que esta situação continue sem uma resposta firme e eficaz. Exigimos um reforço urgente do policiamento, maior presença das forças de segurança nas zonas comerciais e medidas concretas que garantam tranquilidade à população e proteção aos comerciantes.
Não podemos permitir que quem trabalha, investe e cria riqueza seja deixado à mercê da criminalidade. Cantanhede não pode tornar-se um território onde o crime compensa e onde os cidadãos vivem com medo.
O Partido CHEGA continuará a denunciar esta realidade e a exigir responsabilidades a quem governa, porque a segurança dos portugueses não é negociável.
Coimbra, 11 de março de 2026
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra)”
- 2026-03-09 “"O sucesso de Seguro será o sucesso de Portugal. Mas o escrutínio continuará" — O líder do CHEGA saudou hoje o compromisso do Presidente da República de não dissolver o parlamento em caso de chumbo do Orçamento do Estado, mas avisou que esta posição "tem limites" e pode "esbarrar na realidade parlamentar".
Após a tomada de posse do Presidente da República, António José Seguro, na Assembleia da República, o líder do CHEGA foi interrogado pelos jornalistas sobre o facto de o novo chefe de Estado ter reafirmado que o 'chumbo' de um Orçamento do Estado não implica uma dissolução automática do parlamento.
Ventura considerou que este "é um bom princípio" e salientou que defendeu o mesmo durante a campanha eleitoral, mas alertou para "limites".
"Mas isto tem limites, e o limite é quando esse chumbo do orçamento já não é apenas o mero chumbo orçamental, é o símbolo do bloqueio de uma maioria política", avisou.
Fonte: Folha Nacional”
- 2026-03-07 “O Grupo de Trabalho de Mira em reunião com o Presidente da Distrital de Coimbra — Ontem, dia 06/03/2026, ocorreu uma reunião de trabalho entre o Presidente da Distrital de Coimbra e o Grupo de Trabalho Concelhio de Mira do Partido CHEGA.
Um verdadeiro momento de diálogo e reflexão sobre a realidade política do concelho, sobre as últimas eleições Autárquicas e Presidenciais.
Durante a reunião, foram analisados diversos temas relacionados com a política local municipal, o trabalho executado na Assembleia Municipal, e discutidas as principais preocupações da população, bem como os desafios que se colocam de âmbito político, ao desenvolvimento do município.
Ao longo da reunião, foi também feito um balanço do trabalho desenvolvido pelo Grupo de Trabalho de Mira ao longo do último ano, destacando as iniciativas, a presença no terreno e o esforço contínuo de proximidade com os Munícipes. O encontro permitiu traçar linhas de ação para o futuro e para o fortalecimento da intervenção política do partido no concelho.”
- 2026-03-06 “QUANDO A A1 CAI, O PAÍS LEVANTA-SE. QUANDO A A14 FECHA, O BAIXO MONDEGO ESPERA — Recentemente, um colapso na Autoestrada A1 mereceu atenção nacional imediata. Equipas de intervenção da concessionária Brisa agiram rapidamente, garantindo a resolução do problema com prioridade máxima. O tráfego foi restabelecido em tempo recorde, evidenciando a capacidade de resposta quando se trata de uma das principais artérias do país. As imagens nos telejornais, os comunicados oficiais, a mobilização de recursos — tudo aconteceu em tempo recorde. Nada foi deixado ao acaso.
Entretanto, o mesmo nível de urgência não se verifica no caso da Autoestrada A14, no troço entre Montemor-o-Velho e Figueira da Foz, que encerrou recentemente devido às cheias e ainda não tem previsão de reabertura. Esta situação afeta milhares de cidadãos que dependem diariamente da via, bem como as atividades económicas locais. Os moradores sentem-se isolados. As empresas enfrentam atrasos, custos acrescidos e dificuldades logísticas. O silêncio das autoridades é constrangedor.
A alternativa indicada, pela Estrada Nacional 111, apresenta riscos acrescidos. Trata-se de uma via antiga, sujeita a influência da água na sua estrutura, condição que motivou o encerramento da A14. O elevado volume de trânsito, incluindo veículos pesados que por vezes ignoram as indicações de desvio, aumenta o risco de acidentes, contribui para o desgaste acelerado da estrada e expõe a população a perigos evitáveis. É uma estrada que não foi projetada para este tráfego. E, no entanto, é a única opção.
Isto lembra o que aconteceu recentemente com as obras da Ponte Edgar Cardoso. Apesar de ser uma infraestrutura vital para a cidade, os trabalhos prolongaram-se e causaram enormes constrangimentos para a circulação e para as empresas locais. Na altura, a sensação era clara: Lisboa decide, o interior sofre. O Baixo Mondego, de novo, foi colocado em segundo plano. Somos frequentemente esquecidos e desprezados, como se a vida quotidiana das populações e o funcionamento da economia local tivessem menor importância.
Não se questiona a necessidade de medidas de segurança, que devem sempre prevalecer. Mas é fundamental que se aplique o mesmo critério de intervenção e rapidez que se verifica em outros casos. Equidade, justiça e responsabilidade devem guiar a ação das autoridades. A população do Baixo Mondego não pede privilégios, pede apenas reconhecimento, ação rápida e respeito.
A situação atual evidencia uma diferença de prioridades que não pode ser ignorada. Um país equilibrado não se constrói apenas nos grandes eixos Lisboa-Porto; deve igualmente proteger e investir nas regiões que garantem a vida económica e social do interior. O Baixo Mondego precisa de respostas. Precisa de segurança. Precisa de soluções.
Garantir uma intervenção célere e eficaz na A14 não é apenas uma questão técnica, é uma questão de justiça, segurança e confiança nas instituições que gerem as nossas infraestruturas. O que está em jogo não é apenas uma estrada, é a dignidade de uma região que, repetidamente, se vê esquecida pelo poder central.”
- 2026-03-06 “PROPOSTAS DE IMI e DERRAMA APRESENTADAS PELO GRUPO MUNICIPAL DO CHEGA, APROVADAS NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE COIMBRA — O Grupo Municipal do Partido CHEGA de Coimbra informa que, na 1.ª Sessão Ordinária da Assembleia Municipal de Coimbra de 6 de março de 2026, foram APROVADAS três iniciativas apresentadas, em resposta aos graves impactos causados pela Tempestade Kristin.
Foi aprovada a Proposta de Recomendação para a ISENÇÃO TOTAL da DERRAMA no ano fiscal de 2026 (prorrogável por mais um ano, se justificado), direcionada a todas as empresas diretamente afetadas pela tempestade. A medida abrange entidades que sofreram danos materiais comprovados em bens imóveis, equipamentos ou stocks, ou interrupções operacionais superiores a 48 horas, mediante atestado oficial da Proteção Civil ou entidades competentes. Propõe-se ainda a criação de critérios objetivos, regulamento municipal, comissão técnica multipartidária para análise expedita, monitorização semestral e articulação com outros apoios estatais e europeus, visando aliviar a pressão financeira, preservar emprego e acelerar a recuperação económica local.
Igualmente aprovada foi a Proposta de Recomendação para a ISENÇÃO TOTAL do IMPOSTO MUNICIPAL sobre IMÓVEIS (IMI) em 2026, aplicável a todos os imóveis afetados pela Tempestade Kristin, comprovados por relatórios técnicos ou declarações oficiais. Esta iniciativa prevê procedimento simplificado e célere de verificação, em colaboração com serviços municipais, Autoridade Tributária e juntas de freguesia, além de divulgação ampla e pedido de compensação financeira ao Governo Central para salvaguarda da sustentabilidade orçamental.
Por fim, foi aprovado um VOTO DE LOUVOR ao Comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil de Coimbra, Dr. Carlos Luís Tavares, pela liderança exemplar, competência técnica, decisões rápidas e articulação interinstitucional durante as operações de socorro. A sua coordenação foi decisiva para mitigar danos, proteger vidas e restabelecer a normalidade, merecendo amplo reconhecimento público.
O Partido CHEGA de Coimbra reafirma o compromisso com a solidariedade, justiça social e apoio efetivo às vítimas, contribuindo para um Concelho de Coimbra mais resiliente e próspero.
Coimbra, 6 de março de 2026
Grupo Municipal do Partido CHEGA de Coimbra
João Pedrosa, Ana Martins e Paulo Seco
(Deputados da Assembleia Municipal de Coimbra)”
- 2026-03-04 “Nota de Pesar - Falecimento do Deputado Municipal de Coimbra — A Distrital de Coimbra do Partido CHEGA, manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do Deputado Municipal João Pinto Ângelo, militante da CDU, ocorrido no dia 3 de março de 2026.
João Pinto Ângelo, advogado e autarca com mais de duas décadas de presença na Assembleia Municipal de Coimbra, foi um elemento ativo no debate político local, defendendo com convicção os princípios em que acreditava e contribuindo para o exercício democrático no concelho.
Neste momento de luto e tristeza, a Distrital de Coimbra do Partido CHEGA endereça as suas mais sentidas condolências à família enlutada, aos amigos mais próximos e a todas as estruturas partidárias da CDU, que perdem um companheiro dedicado e de longa data.
Que a memória do seu percurso e da sua intervenção inspire respeito e reflexão entre todos os que servem a comunidade conimbricense, num espírito de pluralismo democrático e de respeito.
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra)”
- 2026-03-03 “Ventura quer regresso do desconto sobre os combustíveis. "Petrolíferas não param de encher os bolsos a cada crise" — O líder do CHEGA defende a reposição do mecanismo de desconto fiscal sobre os combustíveis, criado em 2022 para mitigar o impacto da guerra na Ucrânia. André Ventura acusa as petrolíferas de acumularem lucros em períodos de instabilidade internacional e pede medidas imediatas para aliviar o preço.
O presidente do CHEGA, André Ventura, voltou a defender o regresso do desconto extraordinário sobre os combustíveis, medida aplicada em 2022 através da redução do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), numa altura marcada pela forte subida dos preços na sequência da guerra na Ucrânia.
Fonte: Folha Nacional”
- 2026-03-03 “CHEGA reúne com administração da Metro Mondego para esclarecimento público sobre funcionamento do Metrobus — No passado dia 25 de fevereiro, pelas 12h00, realizou-se, nas instalações da Metro Mondego, uma reunião entre a administração da empresa e eleitos locais do Partido CHEGA.
A reunião teve como objetivo esclarecer todas as dúvidas, questões e reclamações que têm sido transmitidas por cidadãos relativamente ao funcionamento do sistema Metrobus.
A administração da Metro Mondego, representada pelo Presidente, Eng. João Marrana, e pelo Vogal Executivo, Dr. Ricardo Cândido, acedeu ao pedido com celeridade, tendo recebido a delegação com total disponibilidade para prestar esclarecimentos detalhados.
Durante a reunião foi feito um ponto de situação completo do sistema, que entrou oficialmente em operação a 16 de dezembro de 2025, assegurando a ligação entre Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, ao longo de 30 quilómetros e 27 estações.
Segundo os responsáveis, cada veículo transporta até 136 passageiros, estando o sistema dimensionado para que todos os passageiros viagem sentados até Miranda do Corvo. Foi igualmente referido que os tempos de viagem são atualmente inferiores aos registados no modelo anterior e que se encontra assegurado transporte às 00h30, garantindo resposta a trabalhadores por turnos, nomeadamente nos setores hospitalar e comercial.
Relativamente à suspensão temporária do serviço na sequência da depressão "Kristin", a administração explicou que as condições meteorológicas extremas provocaram queda de árvores na via, falhas elétricas prolongadas, falhas de comunicações e danos estruturais na infraestrutura, não estando reunidas condições de segurança para a operação.
Foi referido que, durante esse período, chegaram a ser mobilizadas até cinco empresas de transporte em simultâneo, incluindo operadores privados e táxi, de forma a garantir alternativas de mobilidade. Apesar de o serviço ter sido assegurado com recurso a autocarros, foi considerado que houve prestação de serviço, não estando prevista devolução de passes.
A operação regular foi retomada a 21 de fevereiro, às 13h00, no troço entre Sobral de Ceira e Lousã-Estação. No segmento entre Serpins e Lousã mantém-se serviço alternativo devido a instabilidade de talude ao PK 33+700, estando a resolução estrutural prevista para cerca de seis meses.
Foi ainda assumido o compromisso de realizar uma reunião pública com a população de Serpins, em articulação com a Junta de Freguesia, bem como reforçar os mecanismos de comunicação com os utentes, nomeadamente através de avisos sonoros nas estações sempre que ocorram atrasos ou suspensões temporárias.
Sublinha-se que a iniciativa da reunião teve como propósito garantir transparência e informação rigorosa aos cidadãos, defendendo simultaneamente os seus direitos e reconhecendo o esforço desenvolvido para assegurar a retoma de um sistema de mobilidade eficiente na região, após um longo período de interrupção.
O CHEGA informou que continuará a acompanhar de perto a evolução do serviço e o cumprimento dos compromissos assumidos.
Ana Martins
Chega – Assembleia Municipal de Coimbra”
- 2026-03-02 “Sessão Distrital do Ensino Básico do Programa Parlamento dos Jovens em Oliveira do Hospital — O Deputado Paulo Seco, do Grupo Parlamentar do CHEGA, participou esta segunda-feira, 2 de março, na Sessão Distrital do Ensino Básico do programa Parlamento dos Jovens, realizada na Casa da Cultura César Oliveira.
A iniciativa reuniu jovens estudantes de 24 escolas do distrito de Coimbra, que ao longo do dia debateram e aprovaram uma recomendação sobre o tema deste ano: "Literacia Financeira: os jovens CONTAM!". Durante a sessão, o deputado destacou a importância de envolver os mais jovens na vida cívica e no debate de ideias, incentivando a participação ativa e o desenvolvimento de competências essenciais para uma cidadania informada.
O Parlamento dos Jovens, promovido pela Assembleia da República, tem como objetivo aproximar os estudantes do funcionamento das instituições democráticas, estimulando o pensamento crítico, o diálogo e a participação dos jovens na construção da sociedade.”
- 2026-02-27 “ISENÇÃO EXTRAORDINÁRIA DE IMI PARA IMÓVEIS AFETADOS PELAS RECENTES INTEMPÉRIES — Durante as últimas semanas, o concelho da Figueira da Foz foi fustigado por diversas intempéries que, apesar de terem causado consequências mais gravosas noutros municípios, não deixaram de causar danos significativos em vários locais na zona urbana e em várias freguesias.
De acordo com o estipulado no Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), os municípios dispõem de margem de decisão quanto à fixação das taxas dentro dos limites legalmente previstos, bem como da possibilidade de aprovar medidas e isenções de carácter excecional ou extraordinário, devidamente fundamentadas, que tenham em vista a salvaguarda do interesse público local. O carácter extraordinário dos eventos ocorridos, justifica uma resposta do Município, espaçada no tempo, e complementar às medidas já anunciadas pelo Governo, para minorar o impacto financeiro adverso que
estas intempéries trouxeram a centenas de famílias no concelho.
Assim, a presente proposta visa apoiar diretamente as famílias, reduzindo o encargo fixo anual associado à propriedade da sua residência afetada, referente ao ano de 2026.
Face ao exposto, e ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, vem o Vereador Hugo Fresta propor ao executivo que delibere a aplicação de uma isenção extraordinária do IMI referente ao ano de 2026, para os imóveis afetos a habitação própria e permanente, afetados pelas recentes intempéries.”
- 2026-02-27 “CHEGA Exige Reforço de Segurança na Freguesia da Tocha, face ao Aumento de Criminalidade — O Deputado à Assembleia da República pelo Grupo Parlamentar do Chega e Vereador da Câmara Municipal de Cantanhede, Eliseu Neves, enviou hoje um ofício ao Comandante do Comando Territorial de Coimbra da Guarda Nacional Republicana, Coronel Diogo Dores, solicitando o reforço urgente do patrulhamento e dos meios de segurança na Freguesia da Tocha e nas freguesias limítrofes.
Esta solicitação surge em resposta ao aumento significativo de furtos a residências, viaturas e espaços comerciais verificado nas últimas semanas, bem como ao sentimento generalizado de insegurança relatado pelos moradores, especialmente durante o período noturno.
No ofício, Eliseu Neves apela à intensificação das patrulhas, com foco nos horários de maior vulnerabilidade (noturno e madrugadas), e ao reforço de meios humanos e materiais no Posto Territorial da Tocha, visando garantir a tranquilidade pública e a proteção dos cidadãos.
Este pedido não é novo: já foi apresentado e discutido na Assembleia Municipal de Cantanhede e na Assembleia de Freguesia da Tocha, onde os representantes locais expressaram preocupações semelhantes com a escalada da criminalidade na região. Apesar dessas intervenções, a situação persiste, exigindo ações mais decisivas por parte das autoridades.
Eliseu Neves sublinha a importância de uma resposta rápida: "A segurança dos cidadãos é uma prioridade inegociável. Não podemos permitir que as comunidades rurais como a Tocha vivam sob o medo constante. Estamos a atuar em todos os níveis para resolver este problema, e confiamos na colaboração da GNR para restabelecer a ordem."
Para além desta iniciativa, o Chega compromete-se a levar o tema às mais altas instâncias nacionais, incluindo o Ministério da Administração Interna e a própria Assembleia da República, onde serão apresentadas propostas concretas para o reforço da presença policial em áreas vulneráveis e para a adoção de medidas preventivas contra a criminalidade.
O Partido Chega reafirma o seu compromisso com a defesa da segurança pública e a proteção das populações, apelando a uma ação imediata e coordenada entre as forças de segurança e as autarquias.
Coimbra, 27 de fevereiro de 2026
Paulo Seco
(Deputado da Assembleia da República)”
- 2026-02-27 “Exigência de Intervenção Imediata, Estradas Destruídas pelas Tempestades, Penacova Abandonada — O temporal que assolou o Concelho de Penacova, deixou um rasto de destruição que se vê a olho nu.
Chuvas torrenciais, ventos fortes e deslizamentos de terra cortaram e danificaram gravemente diversas rodovias, isolando populações, prejudicando a economia local e colocando em risco, a segurança de milhares de penacovenses. Passadas semanas, a situação permanece na mesma, sendo completamente inaceitável, para quem vive e trabalha nesta terra.
É particularmente grave e inadmissível, o estado da Estrada Nacional 110 (EN 110), da Nacional 2 (N2) e da única via, paralela ao Itinerário Principal 3 (IP3), de acesso à Empresa Águas das Caldas de Penacova. Estas vias rodoviárias são nevrálgicas para que, quer a população residente e não residente, quer o tecido empresarial, circule em pleno, no Concelho e para fora do mesmo.
É necessário haver uma visão macro e de investimento forte e robusto, para que a via de acesso à Empresa das Águas, seja rapidamente reparada. Falamos duma empresa que é motor da economia local, distrital e do País, estando neste preciso momento, em causa a produção, a distribuição e de forma mais preocupante, manutenção dos postos de trabalho diretos e indiretos. A nossa maior preocupação são inegavelmente os trabalhadores, mas a própria empresa pode ver a sua atividade comprometida.
Face a esta situação, questionamos de forma clara, o que está à espera as Infraestruturas de Portugal e/ou o Município de Penacova para solucionar esta situação?
Independentemente da responsabilidade existente, é nosso entendimento que, esta inação é um insulto à resiliência dos penacovenses, que parecem esquecidos por quem tem poder para os ajudar.
O Partido CHEGA, pela sua Distrital de Coimbra, repudia esta passividade infratora e exige, de forma clara:
a) Reparação imediata das EN 110, N2 (aldeia da Carvoeira) e estrada de acesso à Empresa Águas das Caldas de Penacova, com soluções de emergência (limpeza, sinalização reforçada, reforços provisórios e desvio temporário seguro);
b) Plano de obras definitivo com prazos concretos e calendarização pública por parte das Infraestruturas de Portugal e da Câmara;
c) Dotação urgente de verbas extraordinárias por parte do Governo Central
Os penacovenses não podem continuar reféns da burocracia e da indiferença. O Partido CHEGA estará na rua, no terreno e nas instituições, a fiscalizar e a pressionar até que as estradas sejam repostas em condições de segurança.
O povo de Penacova merece respeito e soluções concretas.
Coimbra, 27 de fevereiro de 2026
Paulo Seco
(Deputado da Assembleia da República)”
- 2026-02-27 “Comunicado - 96.º Aniversário da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Penacova — Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Penacova
Vimos por este meio congratular a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Penacova, pelos 96 anos de existência. Não poderíamos deixar de felicitar, todas e todos que se têm colocado à disposição do bem comum que é dar a Vida por outra Vida.
Como cidadãos portugueses e não só, estamos e estaremos sempre gratos, a quantos se predispõem a nos ajudar e salvar, quer de forma voluntária, quer de forma profissional. A vida é efémera, mas a solidariedade e auxílio ao próximo é eterna, quer no tempo quer no espaço.
Todos sabemos, que atualmente as Associações de Bombeiros vivem momentos realmente aflitivos, quer por opções políticas, quer sobretudo pela falta de verbas para poderem ter uma maior capacidade de intervenção, a qual vai desde o combate a incêndios à emergência pré-hospitalar, sendo agentes de proteção civil ao serviço da população, exercendo a sua profissão 12 meses por ano, 24 horas por dia.
É notório que o reconhecimento da profissão de bombeiro como profissão de desgaste rápido e o reconhecimento de que as suas funções são desempenhadas em situação de risco, é urgente.
Não nos podemos esquecer, que quer como políticos, quer como simples cidadãos, é aos Bombeiros que nós recorremos em todas as circunstâncias mais adversas.
Gostaria, em meu nome pessoal e em nome de toda a Distrital de Coimbra, de congratular a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Penacova, na pessoa do seu Presidente Ricardo João Estevens Ferreira Simões, extensível a todos os Órgãos Sociais, ao Comandante Vasco Viseu e a todas e todos que integram o Corpo de Bombeiros no ativo. Não poderia deixar de salientar também, que mesmo os que já não fazem parte do efetivo ou os que já não estão entre nós fisicamente, também elas e eles fazem parte desta felicitação e são pedras basilares desta instituição.
Paulo Seco
(Deputado na Assembleia da República)”
- 2026-02-26 “Ventura implacável: "Não brinquem com as forças de segurança" — André Ventura apontou responsabilidades ao PCP pelo apoio ao Governo do PS em 2017 e acusou a esquerda de incoerência. O líder do CHEGA garantiu que o partido continuará a defender aumentos salariais e valorização profissional.
O presidente do CHEGA, André Ventura, criticou esta quinta-feira, no plenário da Assembleia da República, a posição do PCP e do PS relativamente à revisão do complemento de pensão das forças de segurança, acusando ambos os partidos de incoerência política.
Durante o debate, Ventura recordou que, em 2017, o PCP apoiava o Governo socialista quando foram aprovadas medidas que implicaram cortes nas pensões destes profissionais, considerando contraditório que agora surjam propostas para corrigir a desvalorização remuneratória.
Fonte: Folha Nacional”
- 2026-02-25 “Deputado Paulo Seco denuncia abandono do Distrito de Coimbra após tempestades devastadoras — O Deputado Paulo Seco subiu à Tribuna da Assembleia da República para denunciar com veemência o estado de abandono e desleixo em que o Distrito de Coimbra se encontra, agravado pelas recentes tempestades que causaram morte, destruição e ruína generalizada.
"Três mortos. Três famílias destruídas. Três nomes que devem pesar na consciência de quem falhou", afirmou o deputado, recordando o rasto de devastação deixado pelas cheias. O Vale do Mondego transformou-se num "mar de lama", com diques rebentados, campos agrícolas arrasados, viveiros com milhões de euros perdidos, casas inundadas e empresas destruídas. "Pior do que tudo: a perda da esperança", sublinhou.
Paulo Seco destacou os graves prejuízos pessoais, sociais, empresariais e agrícolas, mas alertou especialmente para a paralisia nas infraestruturas: cerca de uma centena de estradas rodoviárias destruídas, sem qualquer data ou previsão de reparação. "Zero. Absoluto desleixo. Esta é a mensagem que os autarcas me transmitem diretamente para esta Assembleia", declarou.
O deputado prestou homenagem pública aos Presidentes das Câmaras de Coimbra, Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Condeixa-a-Nova, Penela e Soure, que estiveram 24 horas por dia no terreno a coordenar ações de socorro e apoio às populações. Elogiou igualmente o "desempenho exemplar" do Comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil, "um homem que honra o cargo quando outros falharam", bem como o trabalho incansável de bombeiros, proteção civil, forças de segurança, militares e voluntários.
Criticando duramente os responsáveis políticos, Paulo Seco acusou anteriores e atuais governantes de inoperância e irresponsabilidade, exemplificando com a demissão da Ministra da Administração Interna. Recordou que as empresas de celulose do distrito pagam anualmente cerca de 31 milhões de euros em impostos, taxas e contribuições, sem que praticamente nada reverta para o território.
"Anos de avisos ignorados sobre o sistema hidráulico do Mondego. Anos sem obras de manutenção nos diques. Anos e anos de promessas vazias. E este foi o resultado: morte, ruína e abandono", afirmou.
O deputado concluiu com um apelo forte: "O Distrito de Coimbra não é terra de segunda escolha. Não olhem só para nós pelos monumentos históricos, olhem principalmente para os homens e mulheres que, durante séculos, construíram com mestria e sabedoria o que é o Estado Português".
Paulo Seco reiterou que a prioridade foi e continuará a ser estar junto das pessoas, enquanto outros optaram por ficar em Lisboa a afirmar que "era cedo demais" para agir. Tudo isso com um custo político num futuro próximo.
Coimbra, 25 de fevereiro de 2026
Paulo Seco
(Deputado da Assembleia da República)”
- 2026-02-24 “Posicionamento do Partido CHEGA em Coimbra face à Tomada de posição da AAC — O Partido CHEGA do Distrito de Coimbra repudia, com a maior veemência, o documento oficial intitulado "Posicionamento Global da Associação Académica de Coimbra perante o Partido CHEGA", datado de 1 de fevereiro de 2026 e subscrito pela Direção-Geral da AAC, onde esta instituição, se arroga no direito de excluir o maior partido da oposição portuguesa de todo o espaço académico, cívico e cultural de Coimbra.
Este posicionamento não é uma mera "opinião académica", é um ato de censura política explícita, de intolerância ativa e de desrespeito profundo pela vontade soberana do povo. Bom exemplo da vontade popular, são os cerca de 43.000 conimbricenses que votaram nas Eleições Legislativas de 2025, os mais de 56.000 que votaram no Dr. André Ventura para as Presidenciais de 2026 no Distrito de Coimbra, e os cerca de 1 milhão e 700 mil portugueses que, nas urnas, escolheram democraticamente o CHEGA para representar os seus anseios, valores e preocupações. Homens e mulheres de todas as idades, de todas as profissões e de todas as regiões do país – incluindo milhares de conimbricenses – foram assim classificados, por uma direção estudantil, como indesejáveis, incompatíveis com a "democracia" que a AAC diz defender.
Chamar ao Partido CHEGA de "extremista", "xenófobo", "racista" e "fascista" – termos repetidos ao longo de todo o documento – não é análise política: é difamação organizada. É o mesmo discurso que, ao longo da história, sempre precedeu a exclusão, a perseguição e o silenciamento de vozes incómodas. A AAC, que se diz herdeira dos ideais de liberdade e de democracia, pratica exatamente o contrário: ergue muros ideológicos, decreta exclusões e impõe uma única narrativa permitida, o dito pensamento único, apenas visível na atualidade em ditaduras comunistas.
Quando a Direção-Geral da AAC cita Karl Popper para justificar a "intolerância para com os intolerantes", revela o que realmente é: uma organização capturada por "palas" ideológicas de esquerda que vê na ascensão de uma força política conservadora, patriótica e liberal-conservadora uma ameaça existencial à sua hegemonia cultural.
O medo não é do "fascismo" – fantasma que invocam sempre que perdem eleições. O medo é da perda do monopólio do pensamento, da perda da capacidade de moldar gerações inteiras ao seu arbítrio.
A Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra não tem legitimidade democrática, para decidir quem pode ou não pode entrar no espaço público, quem pode ou não pode ser ouvido, quem representa ou não, a sociedade portuguesa. A AAC não foi eleita pelo povo português, mas sim por uma comunidade estudantil, a qual na sua maioria, nem de Coimbra ou do Distrito é. O Partido CHEGA, sim.
Manifestamos, de forma clara e inequívoca, que este tipo de dirigentes que hoje controlam a Direção-Geral da AAC não pretendem debater ideias: pretendem moldar pensamentos. Não defendem a democracia: defendem a sua versão única e autoritária da democracia. Não combatem o ódio: são eles próprios os maiores propagadores e incitadores de ódio – o ódio ao diferente, o ódio ao dissidente, o ódio ao povo que ousou votar contra o establishment.
Se a eles lhes apetece chamar fascistas, xenófobos, racistas e incitadores ao ódio, nós apenas lhes podemos chamar, com toda a verdade e frontalidade, aquilo que são:
Ditadores do pensamento único demagógico e narcisistas infames.
O Partido CHEGA continuará a defender a liberdade de expressão, a igualdade de todos perante a lei, a soberania nacional e a democracia plena – mesmo quando as elites académicas de Coimbra decidem que a democracia só é válida quando lhes convém.
Coimbra não se cala. O povo português não se cala. E o Partido CHEGA não se calará.
Coimbra, 24 de fevereiro de 2026
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra)”
- 2026-02-24 “Ventura anuncia recandidatura: "Portugal precisa de liderança e ambição" — André Ventura anunciou a recandidatura à liderança do CHEGA e a convocação de um congresso eletivo para maio. O líder da oposição diz que o partido entra num "novo ciclo", reafirma a luta contra corrupção, subsidiodependência e ideologia de género e garante: "Vencer é condição para transformar".
O presidente do CHEGA, André Ventura, anunciou esta terça-feira, na sede nacional do partido, que se recandidatará à liderança no próximo Congresso Nacional, marcado para os dias 8, 9 e 10 de maio. A decisão surge após as eleições presidenciais, realizadas em duas voltas, e na sequência da necessidade de adequação interna ao acórdão do Tribunal Constitucional.
Fonte: Folha Nacional”
- 2026-02-23 “FALHAS GRITANTES NA GESTÃO DAS TEMPESTADES: O GOVERNO PORTUGUÊS EM XEQUE — As tempestades Kristin, Leonardo e Marta, que assolaram Portugal entre o final de janeiro e inícios de fevereiro de 2026, deixaram um rasto de destruição massiva e inédita: 16 mortos, centenas de feridos, milhares de desalojados e danos estimados em milhares de milhões de euros. Casas destruídas, infraestruturas colapsadas, cortes de telecomunicações, cortes de energia e cortes a rede de água, afetando centenas de milhares de pessoas. No entanto, o que mais choca não é a fúria da natureza, mas a inépcia do Governo na coordenação e emprego de meios humanos e materiais. Como cidadão atento, vejo nestes eventos um falhanço sistémico que expõe a falta de preparação e a cultura reativa do executivo de Luís Montenegro.
Primeira grande falha: a lentidão na resposta inicial. A Tempestade Kristin, com ventos acima de 200 km/h, atingiu o centro do país a 28 de janeiro, mas a mobilização de recursos demorou horas cruciais e em alguns casos, até dias de desespero.
Populações em vários Distritos ficaram isoladas, sem eletricidade ou comunicações por dias, agravando o caos. Onde estavam os planos de contingência? Por que não se ativaram equipas de emergência preventivamente, sabendo das previsões meteorológicas? A demora resultou em mais vítimas indiretas, como acidentes em estradas inundadas, e expôs a ineficácia da Proteção Civil, que falhou na alocação rápida de bombeiros e equipamentos de bombagem para evitar inundações maiores.
Segunda: coordenação deficiente entre entidades. O Governo não conseguiu integrar forças armadas, autarquias e serviços de emergência de forma eficaz. Exemplos? Danos em bases militares, como Monte Real, onde caças F-16 foram afetados por hangares destruídos, mostram falta de proteção a ativos críticos. Materiais como geradores e veículos anfíbios foram mal distribuídos, deixando zonas rurais sem apoio enquanto cidades recebiam prioridade tardia. A renúncia da Ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, a 11 de fevereiro, é prova disso: oposição como o PS e Chega acusaram o executivo de incapacidade, com o Dr. André Ventura a falar em "erros de casting" governamental. Esta descoordenação reflete uma ausência de simulacros regulares e planos detalhados para áreas de risco, como rios propensos a cheias.
Terceira: falhas na prevenção e adaptação climática. Especialistas apontam erros urbanísticos: construção excessiva em zonas de risco, sem bacias de retenção ou drenagem adequada, agravou as inundações. O Governo investe pouco na prevenção e na resiliência, apesar das alterações climáticas tornarem estes eventos mais frequentes. Manutenção negligenciada de diques e equipamentos permitiu ruturas, como em São João do Campo, isolando comunidades. Recursos Humanos, como voluntários e especialistas, foram subutilizados por falta de formação integrada.
Em suma, estas falhas não são acidentais; são o produto de uma governação reativa, sem visão preventiva. O estado de calamidade declarado até 15 de fevereiro e o plano de recuperação de 3 mil milhões são remendos tardios. Exigimos accountability: mais investimento em prevenção, coordenação eficaz e simulacros. Senão, as próximas tempestades – inevitáveis – serão ainda mais trágicas. Portugal merece melhor.”
- 2026-02-21 “FRONTEIRAS DIGITAIS E O MODELO ZERO TRUST — A nossa geração tem o privilégio de assistir, e participar, num período verdadeiramente revolucionário, impulsionado pela liberalização da tecnologia. Num ritmo acelerado, surgem tecnologias, maioritariamente digitais, que hoje fazem parte integrante do nosso quotidiano. A sua importância é tão evidente que assistimos a uma autêntica corrida tecnológica entre nações, fortemente ligada à inteligência artificial ("AI race") e às suas dependências estratégicas: semicondutores, matérias-primas raras, capacidade industrial e aplicação militar.
A globalização, enquanto mentalidade amplamente aceite nas últimas décadas, começa a dar sinais claros de esgotamento. As nações voltam-se progressivamente para dentro, priorizando os seus próprios interesses e vulnerabilidades. O compromisso com a colaboração entre países e a partilha cientifica e tecnológica, deu lugar à suspeição.
À semelhança da questão das fronteiras físicas, um problema persistente e longe de resolução na Europa, emerge agora uma nova realidade da proteção da fronteira digital.
No contexto do domínio digital, as principais ameaças continuam a ter origem em influências e atores externos. Portugal, motivado durante anos por um elevado nível de confiança social e por alguma iliteracia digital, tornou-se um alvo explorável por redes criminosas internacionais. Ainda que os cidadãos estejam hoje mais desconfiados, o surgimento de modelos generativos (generative models) e ferramentas avançadas de tradução conferiu a esses criminosos um novo grau de credibilidade e sofisticação, abrindo vetores de ataque que antes não existiam.
Num outro eixo, também devido ao avanço de ferramentas impulsionadas pela inteligência artificial, os ataques informáticos não associados à engenharia social assumem hoje uma presença constante e estrutural. Estes ataques afetam de forma transversal cidadãos, empresas e organismos do Estado, colocando o domínio digital no âmbito da segurança nacional. Segundo o relatório do Centro Nacional de Cibersegurança, o ransomware mantém-se como uma ameaça estratégica pelo seu impacto sistémico, apesar de não ser o vetor mais frequente, tendo atingido em particular entidades da administração pública, operadores de serviços essenciais e setores críticos.
Paralelamente, o mesmo relatório identifica cibercriminosos organizados e atores estatais externos como os principais agentes de ameaça no ciberespaço de interesse nacional, recorrendo a técnicas como malware, exploração de vulnerabilidades e ataques de negação de serviço distribuída (DDoS). Esta combinação de impacto elevado e origem externa reforça a percepção do espaço digital como uma nova fronteira, sujeita a pressões permanentes e a lógicas de poder semelhantes às do domínio físico.
Tal como nas fronteiras físicas, é irrealista acreditar numa abertura total e irrestrita no espaço digital, sem consequências negativas. A fronteira digital torna-se necessária para identificar, autorizar e controlar quem entra e o que sai de Portugal. Só assim é possível regular e proteger de forma eficaz o ecossistema digital nacional.
Neste contexto, impõe-se ao mundo ocidental, e em particular a Portugal, a adoção de um modelo claro e amplamente aceite para o domínio digital e empresarial: o modelo Zero Trust. Este modelo assenta numa premissa simples, mas poderosa, ao não confiar em nada nem em ninguém por defeito. A confiança é sempre verificada, validada e autenticada, com base no princípio do quem é e para quê.
É neste quadro que temos de aceitar uma nova realidade. A globalização, que num primeiro momento trouxe enormes benefícios, exige agora limites claros. Será nessa limitação, e não a abertura irrestrita, que determinará a proteção de Portugal e da Europa. O objetivo sempre foi da Europa para o mundo, e não do mundo para a Europa. Não tem de ser recíproco. E sim, é urgente.”
- 2026-02-19 “Ventura arrasa Montenegro e acusa Governo de "falhanço absoluto" na gestão das tempestades — O líder do CHEGA apontou falhas graves na resposta às tempestades e responsabilizou o Executivo por atrasos, descoordenação e decisões que deixaram populações entregues a si próprias.
O presidente do CHEGA acusou o primeiro-ministro de ter "falhado redondamente" na condução da crise. Durante o debate quinzenal na Assembleia da República sobre a gestão governamental das tempestades que recentemente atingiram o país, Ventura argumentou que o Executivo revelou incapacidade para responder às necessidades mais urgentes das populações, recordando que houve cidadãos que perderam a vida enquanto tentavam reparar as próprias habitações. "As pessoas estavam a substituir o Estado", afirmou, questionando se o chefe do Governo pode considerar que houve "boa gestão" neste período.
Fonte: Folha Nacional”
- 2026-02-13 “A MONTANTE DA TRAGÉDIA: COIMBRA E A URGÊNCIA DE MUDAR O PADRÃO — A calamidade que atingiu a Região de Coimbra é mais do que um fenómeno meteorológico extremo: é um alerta humano e estrutural que expõe fragilidades acumuladas. Casas inundadas, estradas cortadas e atividades económicas paralisadas revelam que, quando vidas estão em risco, não basta invocar a fatalidade. Impõe-se uma reflexão séria sobre responsabilidade coletiva e visão estratégica. Os problemas não se resolvem a jusante, depois da tragédia; resolvem-se a montante, com prevenção e planeamento.
Há anos que existem diagnósticos e alertas científicos sobre o agravamento dos fenómenos climáticos, a impermeabilização dos solos, a ocupação desordenada de margens ribeirinhas, a má gestão florestal e falhas no ordenamento do território. O conhecimento está disponível, mas a ação tem sido reativa. Mudar este padrão exige coragem política, compromisso institucional e cidadania ativa. Prevenir implica rever planos diretores, assegurar a manutenção das linhas de água, apostar na reflorestação adequada, criar zonas de retenção natural e investir em infraestruturas resilientes, mesmo quando isso envolve decisões difíceis.
Resolver a montante é também uma mudança cultural: promover literacia ambiental, educar para o risco e envolver comunidades na proteção do território. É recusar a normalização de construções em zonas vulneráveis e reconhecer que decisões individuais têm impacto coletivo.
Perante esta calamidade, destacou-se o melhor da região: a coordenação dos municípios, a prontidão da Proteção Civil, a entrega das forças de segurança, militares e bombeiros, e a solidariedade de voluntários e cidadãos. Esse espírito salva vidas, mas não substitui estratégia. Não se pode depender apenas da bravura na emergência.
Mais do que reconstruir, importa reformular políticas públicas, canalizar fundos para soluções estruturais e transformar conhecimento científico em ação consistente. A Região de Coimbra tem capacidade para liderar essa mudança. O desafio é assumir responsabilidades partilhadas e quebrar o ciclo de emergência e esquecimento. A verdadeira homenagem às vidas em risco é reduzir o perigo futuro. Prevenir é proteger — e proteger vidas deve ser prioridade absoluta.”
- 2026-01-29 “A FRAGILIDADE DA LEGISLAÇÃO PORTUGUESA NA PROTEÇÃO DA PARENTALIDADE — Em Portugal, a família constitui o pilar fundamental da sociedade, o alicerce da sustentabilidade demográfica e de soberania nacional. No entanto, a legislação atual sobre parentalidade revela-se frágil e desatualizada, incapaz de responder aos desafios contemporâneos. É imperativo rever esta legislação para reforçar a proteção da família, garantindo que pais e mães possam educar os filhos com amor, dignidade e igualdade de tratamento.
A parentalidade não é mero acidente biológico, mas uma responsabilidade sagrada que transmite valores, tradições e equilíbrios afetivos essenciais para o desenvolvimento humano. Infelizmente, as normas vigentes falham em apoiar adequadamente as famílias. Por exemplo, as licenças parentais são curtas e insuficientes, especialmente para crianças com necessidades especiais ou em contextos de deficiência. Mães e pais veem-se forçados a regressar prematuramente ao trabalho, comprometendo o vínculo afetivo inicial e a saúde emocional dos filhos. Esta lacuna agrava a baixa natalidade, ameaçando a sustentabilidade demográfica do país – um risco direto à nossa soberania, pois uma nação sem crianças é uma nação sem futuro efetivo.
Além disso, a legislação atual não protege eficazmente contra a violência doméstica ou abusos, sem desestruturar a família. É preciso aumentar penas para crimes contra crianças, inverter o ônus de afastamento (retirando o agressor, não a vítima) e promover residências alternadas nas responsabilidades parentais, exceto em casos de violência comprovada.
Famílias numerosas, que contribuem para o rejuvenescimento populacional, merecem incentivos fiscais robustos, descontos em bens essenciais como na saúde, na educação, nos recursos energéticos e na cultura, ou seja, em apoios que valorizem a maternidade e paternidade.
A revisão legislativa deve priorizar a família natural, baseada na união estável entre homem e mulher, como estrutura historicamente insubstituível para a transmissão de vida e património cultural. Sem demonizar outros modelos de convivência, urge recentrar o Estado na promoção da natalidade, com benefícios para o regresso de emigrantes e criação de um ministério dedicado à família. Assim, o poder estatal deve subsidiar apenas o que a família não consegue resolver, respeitando liberdades inalienáveis como a de constituir família e educar filhos.
Proteger as crianças é o cerne desta reforma: criar um provedor dedicado, adaptar sistemas judiciais às suas necessidades, com salas especializadas, apoio psicológico e prevenção de abusos.
Somos e seremos sempre defensores intransigentes da família e das nossas crianças. Uma legislação revista não é capricho ideológico, mas necessidade vital para um Portugal próspero e unido. Com amor, dignidade e igualdade, pais e mães podem "forjar" gerações fortes, garantindo a perenidade da nação. É tempo de agir – pela família e pelo futuro de Portugal.”
- 2026-01-24 “GRONELÂNDIA "TERRA VERDE" — A maior ilha do globo, a Gronelândia, voltou a estar nas manchetes da comunicação social. Esta apressou-se a ridicularizar as pretensões do presidente norte-americano Donald Trump. Como sempre os jornalistas mostraram pouco conhecimento, infantilidade e pouco trabalho de enquadramento histórico.
A ilha da Gronelândia, apelidada de Terra Verde nas línguas escandinavas, é conhecida pelos escandinavos desde o século IX. Os assentamentos foram estabelecidos na costa sudoeste da ilha por ter um clima menos agreste. A partir deste período (século XVI e XVII) os assentamentos escandinavos diminuíram ou foram mesmo extintos pela fome e pressão dos povos Inuit. Durante o século XVI e com a união do Reino da Noruega e da Dinamarca, a Gronelândia passou a ser encarada como uma colónia dinamarquesa tal como a Islândia. Com a separação, em 1814, as colónias passaram efetivamente para o domínio dinamarquês que encetou novos esforços de as colonizar.
Com a independência da Noruega, novas reivindicações sobre o território surgiram. Em 1933 a Sociedade das Nações acabou por interceder pela Dinamarca. Em 1941, os Estados Unidos da América ocupam a Gronelândia e a Islândia por temerem a ocupação pela Alemanha Nazi que ocupava a Dinamarca e a Noruega. Após a II Guerra Mundial a influência a norte-americana aumentou instalando bases militares e espaciais na ilha. A Islândia declarou a independência da Dinamarca em 1944, a Gronelândia voltou para a administração dinamarquesa em 1953, após a adesão da Dinamarca à NATO em 1951. A Gronelândia viu reconhecido o seu direito ao autogoverno em 1979 e saiu voluntariamente da União Europeia em 1985. A influência americana neste território, escassamente povoado, aumentou bastante após a segunda grande guerra.
A primeira proposta de aquisição norte americana remonta a 1867 aquando da compra do Alasca pelo secretário de estado Willian Seward. Chegou a ser negociada uma proposta de compra da Islândia e da Gronelândia há Dinamarca. Acabou por não avançar, provavelmente, pela soberania dos territórios ser disputada entre a Dinamarca e a Noruega.
Em 1910, houve nova proposta para a aquisição da Gronelândia discutida entre o governo americano e o embaixador dos Estados Unidos na Dinamarca, Maurice Francis Egan. Existia a intenção de trocar as ilhas filipinas de Mindanao e Palawan pela Gronelândia, para depois as negociar com o Império Alemão.
Durante a I Guerra Mundial no contexto da aquisição das Índias Ocidentais Dinamarquesas houve nova tentativa de fazer a compra conjunta com a Gronelândia. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Robert Lansing, propôs que as duas questões fossem combinadas. No entanto a Dinamarca acabou por apenas vender o arquipélago, hoje denominado Ilhas Virgens Americanas, em 1916.
Durante a II Guerra Mundial os Estados Unidos ocuparam militarmente a Gronelândia e a Islândia. Com a independência efetiva da Islândia, houve propostas efetivas de compra em 1946 e 1955 por parte do governo norte-americano, que passou a ter grande influência política na ilha.
Com a abertura de novas rotas marítimas no Ártico e a procura de "terras raras" (minérios raros – o "petróleo" do século XXI) o interesse pela Gronelândia aumento exponencialmente.
De facto, a Dinamarca e a Europa terão de ser bastante firmes e convincentes perante Norte-Americanos e Gronelandeses. Durante a segunda grande guerra, perante o interesse Britânico e Americano pela ilha Terceira nos Açores, Salazar deslocou imediatamente 10 000 a 15 000 tropas portugueses para a ilha numa afirmação de soberania. Posteriormente negociou os termos em que a ilha poderia ser usada no contexto da II Guerra Mundial.
A Dinamarca se pretende afirmar a soberania de um território, que não é União Europeia, terá de ser mais incisiva. Não sei se a opinião pública dinamarquesa está disposta a defender um território cobiçado por americanos, russos e chineses.”